TUDO MUITO CLARO

Tudo muito simples. Claro!

Reproduzo aqui os interessantes comentários do senhor Anônimo de Tal, pois que pertinentes:

Parakatzum, parakatzum, parakatzum!

Grosso Modo, botega del piacere na flor-de-lis pentacameral. Tudo saramago e boskovitch, o matias. As avestruzes galopantes invadiram o berçário e lá deixaram seu testamento: picharmurus é preciso.

Mandrake Mandrix, o valoroso voivoda, pai de duas lêndeas seminuas invocou à deusa na platibanda. Depois, a orgia, é claro. A noite inteira em intermináveis charnecas. A mestra desnuda, os alunos chorando e as autoridades nada fizeram?

Súplice, sôfrega mesmo à porta do banheiro estava Neide, com a inscrição em seu fato-macaco: femmes.

Tunda e mais tunda, quem é o turumbamba que se atraverá?

Concuspicência entre padre e freira na sacristia até pode, deve mesmo. Padre e padre, freira e freira. Potomac, Paracatú, Urucuia, são risos. Agora, as rótulas no travesseiro e o alvinitente traseiro se alevantando, patacoadamente, quem haverá de? Cúspide! Arúspice. Totonho.

E o nazireu, que me listem? Todo barba e bigode o paraboloso. Tonga e Raratonga foram à escola dominical, isto é certo, mas Anathroy Venugpala Rao desconversou quando de plano as montras das lojas se rebelaram.

Na retrete não, baudrogas! Urucumim é pouco. Cul-de-sac? Não conheço e tremoço que ninguém também não. Patranhas, tudo patranhas. Patadas também, como Gastão e Donald já tinham nos avisado.

E os Bórgias? Victor Hugo namorava as duas vulcanas celeradas e os Bórgias nada fizeram? Lourivalda mequetrefou tântala, a peralvilha. Dogma se revoltou. Walter PPK e Nambú se entregaram a devaneios, pós-modernos.

A tarântula nórdica, o Olaria. E nem me falem no Vasco da Gama, que nem apareceu (O C.S.A. estava envolvido, é certo). E o homem que foi Quinta-Feira? Não se pode mesmo confiar em convertidos, já me dizia o padre Brown, todo pisando em ovos. Farruscada.

Pureza havia, é certo, mas Catherine não nos compreendia. Rapariga tudo bem, mas CEO de multinacional isso não, que temos uma reputação a zerar.

Desgraça em drágeas, peitos embalados, perseguidas voadoras caindo sobre mandiocais em riste, aí já foi demais.

A coisa caminhava para o descambo, o escanteio. Fantomas, Verdugo, o Brasão, o Bala-de-Prata, o Jóia Psicodélico, o Ted Boy Marino, todos concordavam que não dava para se continuar assim. Tava mais prá voadora em riba de senhoras idosas. Vera, a superfêmea, foi taxativa: sou uma mulher-verdade, o que, aliás, já dissera o Riobaldo.

Conversamos assazmente com Maria Deodorina Betancourt Marins. Jocas!

Truste, meus irmãos. Talagada de truz. Verve contra o desalento.

P.S.: Acho que me fiz entender.

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2 comentários em “TUDO MUITO CLARO

  1. Tom Zé. Ele criou um paracatuzum em ‘um “oh” e um “ah”‘. Que ele pronunciava tão rápido que era praticamente um parakatzum. Foi uma das referências para o texto que é só isso, um amontoado de citações passadas no liquidificador. Outro abraço.

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